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Lista de Cinema (18) – Filmes Racistas

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Lista de Cinema (18) – Filmes Racistas

TOP 5 – FILMES RACISTAS.


Hours Concours: Rob Schineider.

Como é impossível escolher apenas um filme racista do “ator”, até onde eu me lembro, todos são (na verdade a cada filme ele se dedica a ironizar e estereotipar uma etnia, doença, opção sexual e etc.) esse post é “dedicado” a ele.


5º Lugar – Falcão Negro em Perigo.

Uma ode ao imperialismo americano representado pelas forças armadas, no filme os somalis são retratados como uma massa de ignorantes, repulsivos e assustadores, praticamente como zumbis que precisam ser exterminados, e o são, sem dó nem piedade. O diretor Ridley Scott exibe os corpos dos africanos sendo mutilados em sequências rápidas e gráficas que parecem ter saído de um jogo da série Resident Evil, ao passo que em cada baixa do exército americano, são retratados o sofrimento da vitima e dos companheiros, resultado, mais de mil somalis mortos e os créditos finais louvam apenas os 19 soldados americanos mortos no combate.


4º Lugar – Um Dia de Fúria.

O estressante cotidiano leva um cidadão comum, e obviamente branco, vivido por Michael Douglas a um momento de fúria em um engarrafamento, a partir desse instante ele passa a extravasar seu desconforto através de atos de violência ao longo do dia, e essa fúria se volta contra latinos, coreanos e outras minorias mostradas de maneira caricatural, ao final, Willian Foster (o personagem) é basicamente visto como uma vítima da modernidade, e assim, fica explicita a vontade do filme em mostrar que a culpa dos problemas do país, residem na simples existência daquelas minorias.

3º Lugar – Norbit

Como eu não consegui assistir ao filme até o final de tão ruim que é, deixo aqui um trecho da crítica de Pablo Villaça, do Cinema em Cena, que resume bem o preconceito visto no filme: “todo o seu “humor” baseia-se na seguinte conclusão: pessoas gordas são ridículas por natureza. Assim, somos bombardeados com inúmeras cenas que se limitam a mostrar Rasputia tomando banho, lavando um carro, fazendo ginástica e por aí afora, como se somente o fato de vermos uma criatura obesa fazendo qualquer coisa fosse algo suficientemente engraçado. Em contrapartida, a magreza doentia de Thandie Newton é reverenciada como um exemplar inconteste de beleza feminina – como se vê-la agitando os braços esqueléticos fosse uma imagem de irresistível sensualidade. Aliás, Norbit é um filme cuja misoginia flagrante deveria ser repudiada em público: quando não são motivo de escárnio, as mulheres são vistas como meros objetos sexuais e até mesmo como criaturas ansiosas para serem exploradas pelos machos dominantes.”
2º Lugar – A Paixão de Cristo.

Neste momento, depois daquele lamentável episódio de bebedeira, todo mundo sabe que o ator e diretor Mel Gibson é anti-semita, daqueles tão ortodoxos que chegam a negar o holocausto, mas foi na sua versão ultra-violenta da morte de Cristo que ele escancarou o seu preconceito contra os judeus. Gibson cata entre os quatro evangelhos as informações que melhor representam a “maldade” dos judeus, tenta a todo momento redimir os romanos, mostrando um Pilatos extremamente relutante quanto a condenação de Cristo (eu sei muito bem que ele realmente relutou e “lavou as mãos”, mas o diretor exagera na “bondade” dele, que historicamente sempre foi visto com um sanguinário), além de mostrar vários legionários se arrependendo no caminho, enquanto isso o povo Judeu é retratado com uma raiva absurda do Messias e obviamente nenhum deles se arrepende, além disso, reparem como o diabo sempre aparece em meio aos judeus como uma forma de ressaltar a demonização daquele povo.
1º Lugar – O Nascimento de uma Nação.

Que o filme de 1916 representa muito para a história do cinema, por basicamente lançar as bases técnicas e narrativas dos filmes que assistimos hoje, e porque não dizer, transformar o cinema definitivamente em uma forma de arte, isso ninguém tem dúvida. Mas o que o seu diretor D. W. Griffit tinha de genial e revolucionário, ele também tinha de racista, assim como os somalis são representados em Falcão Negro como zumbis, os negros aqui, também são criaturas ignorantes que constantemente cometem atos de selvageria, e o mocinho do filme é nada mais, nada menos que o fundador do Ku Klux Klan, grupo que em certo momento do filme é descrito como: “A organização que salvou o sul da anarquia negra”. Obs. Os negros no filme são representados por atores brancos pintados.
Procurei colocar filmes que tenham diferentes tipos de preconceitos embutidos ao longo de suas projeções, lembrando que com exceção de Norbit, de forma alguma considero os filmes ruins, como cinema funcionam perfeitamente bem, infelizmente não posso dizer o mesmo quanto a ideologia de seus criadores.

E então, quais outros filmes vocês consideram racistas?

  • Seu blog é bom, mas esse post de racismo foi muito infeliz. Muito bobo. Não cai nessas, por favor.

    Anonymous

    26 de maio de 2010

  • concordo em partes
    Norbit é ridiculo
    paixão de cristo tbm é feroz, e eu sou ateu!
    agora, sobre os americanos, qualquer merda besteirol norte americana é racista

    Anonymous

    27 de maio de 2010

  • Bom Norbit não assisti,Falcão negro eu gostei, bom mostram a realidade de um pais ..apesar de ser atraves dos olhos americanos . Paixão de Cristo e brutal, comovente feito para impressionar….e interessante sua critica a esses filmes, ótimo blog!!

    Carlos:

    27 de maio de 2010

  • Ixi… desculpa, cara, mas nenhum desses que você falou é considerado racista.

    Quando lançaram Tropa de Elite, falaram a mesma coisa. Foi necessário o diretor desmentir.

    Paixão de Cristo é o mesmo caso. Mel Gibson já explicou o caso 100 vezes.

    OSJunior

    27 de maio de 2010

  • cara, vc nao sacou a mensagem dos filmes..esses filmes foram justamente críticas duras à essas realidades que são tão comuns nos EUA…seu post foi como se alguém dissesse que simpsons é preconceituoso porque incita o preconceito e a ignorância, haja vista os trejeitos do homer

    Anonymous

    27 de maio de 2010

  • Olá

    Sobre suas criticas aos filmes:
    1 – Falcão Negro é um fato veridico assim como as atrocidades realizadas pelos “somalis” essa etnia pratica até hoje atrocidades que você não tem idéia no filme…basta dar uma pesquisada no google e você vai ver doque eu falo.
    2 – Um dia de fúria achei um bom filme e não vi nada de racista nele e sim no personagem,que deveria reportar exatamente um cara racista como muitos que vivem lá
    3 – Norbit é realmente ridiculo
    4 – A paixão de Cristo é ótimo e condiz exatamente com oque está descrito na bíblia

    Curioso.Net

    27 de maio de 2010

  • Brasileiros criticando racismo e imperialismo é ridículo.

    O Brasil é um país racista, racista contra brancos, negros, homosexuais, ciganos, o que sejá (o país por ser racista não significa necessáriamente que as pessoas sejam racistas).

    Há de lembrar também que o Verde, Amarelo, Azul e Branco é o novo Vermelho e Azul no mundo. O Brasil caminha para assumir um lado ao lado dos EUA no ódio mundial.

    Eutrópio

    27 de maio de 2010

  • “cara, vc nao sacou a mensagem dos filmes..esses filmes foram justamente críticas duras à essas realidades que são tão comuns nos EUA…seu post foi como se alguém dissesse que simpsons é preconceituoso porque incita o preconceito e a ignorância, haja vista os trejeitos do homer”
    Vc esta misturando as coisas, não considero Os Simpsons preconceituoisos, é uma ácida crítica a o modo de vida americano, completamente diferente do que se vê nos filmes citados acima!

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Post infeliz.
    Norbit deve ser horrível mesmo, mas tem tempo que não assisto filmes do Eddie Murphy.
    A Paixão de Cristo é o primeiro filme que retrata os fatos bíblicos com riqueza de detalhes. Não tenho nada contra judeus, muito pelo contrário. Por mais chocante que seja, foi verdade.

    Agente86

    27 de maio de 2010

  • “OSJunior
    Ixi… desculpa, cara, mas nenhum desses que você falou é considerado racista.
    Quando lançaram Tropa de Elite, falaram a mesma coisa. Foi necessário o diretor desmentir.
    Paixão de Cristo é o mesmo caso. Mel Gibson já explicou o caso 100 vezes.”

    Tropa de Elite não é racista, é só assistir aos filmes anteriores de Padilha para compreender como ele entende muito bem a origem da violência no Brasil, quanto a Mel Gibson, vc realmente acha que ele ia chegar pra imprensa e falar: “sim, eu sou racista e a paixão de cristo é preconceituoso!”? fala série né?, é logico que ele vai desmentir e negar, mas eu um recente epispodio em que ele foi pego bebado, gravaram ele falando de uma maneira furiosa sobre o povo judeu, ou seja, ele se entregou!

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • “Post infeliz.
    Norbit deve ser horrível mesmo, mas tem tempo que não assisto filmes do Eddie Murphy.
    A Paixão de Cristo é o primeiro filme que retrata os fatos bíblicos com riqueza de detalhes. Não tenho nada contra judeus, muito pelo contrário. Por mais chocante que seja, foi verdade.”
    Se vc quer assistir a um filme sobre Cristo que realemente relate a história (biblica) com riqueza de detalhes, assista “O Evangelho segundo são Mateus” de Pier Paolo Pasoline (inclusive, o próprio Vaticano afirma que esse é o melhor filme sobre o tema), nele tem uma cena que resume muito bem que quem condenou Cristo, foi um pequeno numero de lideres Judeus (Caifás e companhia), na tal cena, que mostra Caifás pedindo a condenação de Cristo, o povo Judeu é mostrado a distancia, sem que pudesse ouvir ou entender o que estava acontecendo, ou seja, a culpa foi de poucos, não de todo o povo, como Mel gibson retrata em seu filme.

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • “concordo em partes
    Norbit é ridiculo
    paixão de cristo tbm é feroz, e eu sou ateu!
    agora, sobre os americanos, qualquer merda besteirol norte americana é racista”
    realmente qualquer besteirol americano é racista, mas eu decidi colocar Norbit por dois motivos, primeiro pq tinha que ter um representante dos besteirol na list, e segundo pela ideia de humor mostrada no filme, não é só uma piada politicamente incorreta sobre um gordo, ou um negro ou gay, eles simplesmente acham no filme, que apenas ver uma pessoa gorda fazendo o que quer que seja, é engraçado! é isso que trona o filme num nivel de preconceito ainda maior que qualquer outro do genero.

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Pablo Villaça “viajou” na sua “crítica”, é o tipo do cara que gosta de filmes franceses de drama/romantico! Norbit n eh engraçado, mas o filme soh mostra essas idéias preconceituosas, pq esse eh o retrato do Tio Sam. Nada mais normal pra um pais q, possui cidades pra negros e cidadas pra brancos.
    E tem mais: Joga a primeira pedra quem nunca teve um pingo de preconceito, de qlqer tipo q for. Ninguem é santo.

    Felipee

    27 de maio de 2010

  • Eu acho Turistas muito racista também, o Brasil não é daquele jeito. E qualquer filme do Eddie Murphi não tem graça.

    Anonymous

    27 de maio de 2010

  • esses donos d blog metido a moralistas …

    rafael

    27 de maio de 2010

  • falcão negro é tão parecido com resident evil que a 5ª edição do game, segundo o próprio diretor do jogo Shinji Mikami, foi baseado no filme, tanto que se passa em um país fictício da Africa (Kujuju) e toda a população é zumbi…

    Carlos Eduardo

    27 de maio de 2010

  • Carlos Eduardo, Não tinha pensado nisso!

    Rafael: WTF?!?!?!?! vc me achou moralista por causa do post? rsrsrsrsrsr! kkkkkkkkkkkkkkkkk

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Vinicius, você sabe ler?
    Tanto eu quanto o Anônimo dissemos justamente o contrário do que você disse. Justamente e totalmente. Por favor, releia.

    OSJunior

    27 de maio de 2010

  • Esqueceu de comentar a trilogia do Senhor dos Anéis!!!!!!!! Dê uma pesquisada na biografia do autor (e também do neto dele) e aproveita pra ler o livro… Tem várias coisas do tipo: “terrível miscigenação entre as raças”, “queda da raça dos reis devido à miscigenação com outras raças”, “as piores criaturas de Saruman eram originadas da mistura entre humanos, orks, etc.”, “seres hediondos com pele amarela e olhos puxados ou pele escura e embrutecidos”… Isso ninguém presta atenção, né?? Vai lá que tu encontra, xará!
    Eu pessoalmente acredito que pessoas com características anti-sociais e violentas deveriam ser impedidas de terem filhos. Se dá certo com cachorro, com certeza dá certo com gente!
    Infelizmente, ser violento, egoísta, competitivo, corrupto e ignorante são características tidas como imprescindíveis para o “sucesso” neste nosso mundo moderno, o que significa que estamos realmente caminhando para uma “raça” de seres humanos cada vez mais “homem das cavernas”…

    Anonymous

    27 de maio de 2010

  • “OSJunior,
    Vinicius, você sabe ler?
    Tanto eu quanto o Anônimo dissemos justamente o contrário do que você disse. Justamente e totalmente. Por favor, releia.”
    E eu pergunto pra vc, vc sabe interpretar o que lê?
    eu sei que vc não considera Tropa de Elite racista, o que eu quis falar na minha resposta é que concordo que Tropa não é racista, reafirmando o que vc disse, mas que deiscordo da comparação, vc que diz dizer que assim como tropa de elite não é racista, os outros que citei tbm não são, e nisso eu discordo, vejo motivos claros para considerar esses cinco filmes racistas!

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Ah, o Norbit é muito engraçado… Só tenta passar a mensagem que as pessoas precisam mudar seu estilo de vida e serem mais saudáveis.

    Rodrigo

    27 de maio de 2010

  • Ah, sim. Ok, me desculpe.

    Quanto ao Mel Gibson, se ele tem ou não algum “ódio” contra os judeus, não demonstrou no filme. Como disse o Agente86, Paixão de Cristo retrata muito bem os fatos narrados na Bíblia. Se você já viu algum outro filme bíblico, sabe que, em comparação com esse de Gibson, são mais fracos em detalhes.

    OSJunior

    27 de maio de 2010

  • Esses donos d blog metido a moralistas …[2]
    Poxa meu caro, o que é infeliz é o tom de seriedade que você leva tudo. Você infelizmente esta caindo no tipo de pensamento radical, se igualando aos Islamistas fundamentalistas e cristãos fanáticos.

    hiq13

    27 de maio de 2010

  • Concordo com Norbit e o Nascimento de uma Nação. Mas acho que você fez uma leitura muito superficial do restante dos filmes apenas para caber no que você estava querendo dizer.

    Marcelo

    27 de maio de 2010

  • hiq13
    “Poxa meu caro, o que é infeliz é o tom de seriedade que você leva tudo. Você infelizmente esta caindo no tipo de pensamento radical, se igualando aos Islamistas fundamentalistas e cristãos fanáticos.”
    tudo bem, vc pode ter entendido assim, mas se vc olhar outros posts do meu blog, vai ver que radicalismo não tem nada a ver com o que eu escrevo, eu sinceramente não estou nem criticando os filmes, só estou mostrando o fato do racismo inerente a essas produções com uma curiosidade, eu mesmo já cansei de fazer textos humoristicos que brincam com a orientação sexual de certos personagens que se dizem machos, com na lista que mostra qual o nivel macho dos herois de ação do cinema ou na lista dos filmes gays que não assumem que são gays!
    quanto ao que o Marcelo disse,
    eu creio que Um Dia de Furia e Talvez em Falcão negro em perigo, eu possa ter colocado argumentos menos diretos, mas que eles existem, existem, quanto a Norbit, O Nascimento de uma nação e A Paixão de cristo, o racismo é evidente, só sendo cego pra não perceber, o anti-semitismo é evidente em A Paixão de Cristo (e isso tbm é pra vc OS Junior) e eu não sou o unico a achar isso, uma pesquisa raída no google e vcs veram uma centenca de posts que mostram as caracteristicas anti-semitas do filme, mas concordo com vc Os Jr., que A Paixão de Cristo é rico em detalhes, pois é uma produção tecnicamente perfeita, até pq Mel Gibson é um excelente diretor (melhor que ator), mas não considero o melhor filme sobre cristo, que reafirmo é O Evangelho Segundo São Mateus (1968) de Pasoline.

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • HA … O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….O PAI DA NOIVA ….

    lutsonlm@gmail.com

    27 de maio de 2010

  • Vinicius, dizer que existe “racismo” contra judeus no filme de Gibson é dizer que também existe na Bíblia. E em nenhum dos dois é claro essa passagem de que os judeus são culpados. Os judeus que aparecem no filme são as autoridades da época, que, na verdade, estavam mais para governantes do que para sacerdotes. A única pessoa que aparece pertencente ao povo judeu é Simão, o Cirineu, aquele que ajudou o Senhor a carregar Sua cruz.

    OSJunior

    27 de maio de 2010

  • Para mim, o post foi infeliz em diversos aspectos. Julgar “Falcão Negro em Perigo” como um dos filmes mais preconceituosos ja produzidos é um grande exageiro. Não resta dúvida de que a visão norte americana é predominante, diversos aspectos historicos são mascarados e até mesmo alterados na trama, mas basta um olhar sobre o povo que vive em regiões semelhantes às do conflito da Somália para percebermos que a atitude dos guerrilheiros e combatentes locais é bem proxima à mostrada no longa metragem. Um povo miseravel, faminto e cego pela falta quase completa de condições mínimas necessárias à sua sobrevivencia, que age de maneira bem reproduzida pelo diretor.
    O mesmo ocorre em relação ao filme “Dia de Fúria”. Basta uma volta nas principais metrópoles norte americanas (não me recordo ao certo se o filme passa-se em Los Angeles, SF, ou outra cidade) para percebermos que a grande quantidade de comerciantes que trabalham em locais como os em que o ator principal visita são realmente minorias. Há uma diferença entre o filme retratar a realidade e ser preconceituoso. É para este fato que, na minha opinião, deve-se atentar antes de fazermos julgamentos quanto a vísão exposta em um longa metragem, como os citados neste post.

    Anonymous

    27 de maio de 2010

  • “dizer que existe “racismo” contra judeus no filme de Gibson é dizer que também existe na Bíblia”
    WTF, cara, eu percebi que vc é religioso, coisa que eu não sou, sou agnostico, mas vc faz uma confusão tremenda com essa sua ideia, o filme não é fiel a biblia de forma alguma, e mesmo que fosse ainda sim, não seria a mesma coisa!

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • anonimo, tudo bem que vc não concorde que falcão negro e dia de furia são filmes racistas, mas onde que eu diss que são os mais racistas de todos os tempos, eu jamais faria uma lista com essa intenção, até porque é impossivel escolher apenas cinco filmes, são apenas cinco filmes que eu escolhi pra representarem o conceito de filme racista!
    eu sou contra qualquer tipo de lista que venha com a pretenciosa ideia de o melhores de todos os tempos! é impossível reduzir a vasta história do cinema em apenas cinco , dea o cem filmes

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Você escreve bem e seu blog é legal! Mas quanto ao Falcão Negro em Perigo, realmente tive uma interpretação do filme bem diferente da sua. Não o vejo como uma ode ao imperialismo, mas até como uma crítica suave.
    Já em A Paixão de Cristo a coisa é mais complicada. Quem já leu a Bíblia (sendo cristão ou não) sabe que se o filme é racista e preconceituoso, a história bíblica também é. E muito mais!
    Enfim, gosto do seu blog. Mas não concordei muito com esse post não.

    Rafael Sette Câmara

    27 de maio de 2010

  • Os Junior,
    vou colocar abaixo algumas passagens do filme que não existem na Biblia e que Mel Gibson colocou como “liberda artisticia”:
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus Cristo, no Getsêmani, deu sinal de frouxidão diante dos três apóstolos. No filme, os três apóstolos (Pedro, Tiago e João) estão com Jesus no Getsêmani e João ao ver o estado lastimável em que Jesus se encontrava, pergunta se deve chamar os outros oito apóstolos (Judas já não estava mais entre o grupo) e Jesus responde: “Não, João. Não quero que eles me vejam assim”. (jesus nunca disse isso)
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Satanás, no Getsêmani, dialogou com Jesus Cristo.
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus Cristo, após ter sido preso no Getsêmani, foi amarrado, levado a cruzar uma ponte, acompanhado a cada passo com insultos, blasfêmias e golpes. Durante a travessia da ponte, cai em direção ao rio e fica pendurado pelas cordas e correntes.
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que o apóstolo Pedro, após ter negado Jesus três vezes, arrependido e aos prantos, encontra Maria na casa de Caifás, chama-a de “Mãe” e diz: “Não sou digno! Eu o neguei três vezes, Mãe!”, e sai correndo pelo pátio como se estivesse fora de si.
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos uma descrição tão precisa de um tipo diferente de açoite com lascas nas pontas para lacerar a pele.
    Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que após Jesus ter sido impiedosamente espancado pelos soldados romanos, Cláudia Procles, a suposta esposa de Pilatos, entrega a Maria, mãe de Jesus, uns pedaços de linho.
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que durante o sofrido caminho para o Calvário, Verônica enxuga com um véu a face de Cristo e a face fica marcada como um retrato no véu.
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que após a primeira mão (“mão esquerda”) de Jesus ter sido pregada com o prego na cruz, os romanos observaram que a sua outra mão não alcançava o buraco que haviam produzido para receber o prego e prontamente puxaram violentamente o seu braço direito até que o mesmo alcançasse o local onde estava o orifício na madeira.
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus, enquanto caminhava em direção ao Calvário e foi lhe dada a cruz para carregar, orou a Deus Pai, assim: “Sou teu servo, Pai. Teu servo, filho da tua serva”.
    - Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que, enquanto Jesus estava sendo crucificado, Maria beijou Seus pés ensangüentados e disse ao moribundo Jesus: “Carne da minha carne, coração do meu coração. Meu filho, deixa-me morrer contigo”.

    existem muitos outras passagens que não se encontram na biblia, e que gibson tirou de outros lugares ou inventou!

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Rafael, sua opinião foi bastante pertinente, mas sou obrigado a discordar parcialmente da ideia de critica ao imperialismo presente em Falcão Negro, eu entendi o que vc quis dizer, e vejo essas criticas no filme, mas o diretor realmente quer que agente acredite que o filme seja uma critica, mas ele descontroi essa ideia ao longo do projeção, ao idolotrar os soldados, com varias momentos que ressaltam a bravura do povo americano, o “ideal” de não deixar nenhum homem pra trás, com esses momentos ele enterra ou pelo meno ofusca a ideia de que a invasão foi um erro, para pessoas entendidas e criticas, fica bastante claro o desastre que foi a investida, mas eu creio que nisso vc vai concordar comigo, a maioria do publico alienado que foi ver o filme, simplesmente pelas cenas de ação, viram ali com os americanos são “fodas”!
    sacou agora o pq que eu achei o filme panfletario?

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Novamente para O. S. Junior,
    catei na net mais algumas informaçõs anti-semitas presente no filme, e que não constam na bibiblia:
    Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que a multidão tentava linchar Jesus quando o mesmo passava pelas ruas e que algumas vezes os furiosos soldados romanos tinham de conter os atos violentos dos judeus. Apesar de, na película cinematográfica, Jesus ter levado a cruz em boa parte do percurso para o Calvário acompanhado de insultos e golpes extremamente violentos proferidos pelos soldados romanos e pela multidão dos judeus, não é isso que a Bíblia relata. Muito pelo contrário, a Escritura diz: “Seguia-o numerosa multidão de povo, e também mulheres que batiam no peito e o lamentavam. Porém Jesus, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos!” (Lucas 23.27-28). A Bíblia não relata nenhum motim enquanto Jesus caminhava para o Calvário e muito menos se sofreu qualquer outra agressão física durante o trajeto. Aparentemente, apesar de ter sido surrado no pretório, podia facilmente falar com as pessoas ao Seu redor.
    Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus levou a sua cruz por boa parte do caminho. O texto bíblico relata que, logo após sair do pretório, quem passou a carregar a cruz foi Simão, um cireneu. Se Jesus chegou a carregar a cruz em algum momento, foi apenas durante alguns passos iniciais. “Ao saírem, encontraram um cireneu, chamado Simão, a quem obrigaram a carregar-lhe a cruz” (Mateus 27.32). Na película, Simão passou a carregar a cruz juntamente com Jesus. É claro que isso não é verdade. O texto bíblico nos ensina que Jesus andou na frente e Simão, que ia logo atrás dEle, carregava a cruz sozinho (Lucas 23.26). Na seqüência cinematográfica, Jesus, fisicamente exausto, cai no chão e então presenciamos talvez o mais forte ato anti-semita do filme “A Paixão de Cristo”: alguns judeus chutam Jesus, algumas mulheres judias sentem pena dEle, os brutamontes soldados romanos tentam afastar a multidão e um deles comenta: “Povo impossível!”. Na seqüência, Simão protesta que não vai mais carregar a cruz se não pararem de torturar Jesus. Então, um soldado romano grita para Simão: “Vamos, judeu!”, e as chibatadas continuam. Entenderam a mensagem nas entrelinhas? O povo judeu é impossível e só atende através de chibatadas.
    A propósito, a Bíblia não menciona que Jesus foi espancado no Getsêmani e nem durante qualquer trajeto que realizou. O trajeto de Jesus foi o seguinte: Getsêmani – Casa de Caifás – Pilatos, na Fortaleza Antônia – Palácio de Herodes – Pilatos, na Fortaleza Antônia – Calvário. Na “Paixão de Cristo” de Mel Gibson, Jesus levou bofetadas, chicotadas, cuspidas, solavancos e pontapés durante todo esse percurso.

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • pronto, encerro aqui meus comentarios sobre A Paixão de Cristo!
    acho que já argumentei bastante sobre isso!

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Belo post cara concordo plenamente com as crticas =)

    bruno

    27 de maio de 2010

  • Devemos concordar em partes.
    Mas com falcão negro em perigo não podemos descartar a veracidade do filme que tudo aquilo ocorreu e que os somalis que morrem são REBELDES.
    Antes de criticar apure os fatos se não condenaremos até DIAMANTE DE SANGUE.

    Everton "gRiLo"

    27 de maio de 2010

  • Cara, tem um documentário espetacular sobre o racismo que os islâmicos sofrem no cinema estadunidense: Filmes Ruins, Árabes Malvados.
    Recomendo muito. Nos leva a pensar em muita coisa que não percebemos nos filmes, mas que com certeza magoa muito as pessoas que são ridicularizadas neles.
    Té.

    Gilmarzinho

    27 de maio de 2010

  • http://porradacultural.blogspot.com
    isso sim é 1 blog que fala o que pensa e diz oque vc nao gosta de ouvir :) pra quem curte a verdade nua e crua

    Anonymous

    27 de maio de 2010

  • Nesse post inteiro, o único lugar que eu enxergo racismo é na mente deste blogueiro.

    léo ::

    27 de maio de 2010

  • Everton,
    Eu concordo com você, e sei que Falcão negro é uma reconstituição impecável do que ocorreu ali, mesmo assim, na forma em que vc edita um fato real, vc pode muito bem favorecer e exaltar um lado e humilhar um outro!

    Vinicius Colares

    27 de maio de 2010

  • Post infeliz.
    Hoje em dia o que alimenta o racismo são suposições como essas.
    Coisas que não estão lá, mas por PARANOIA as pessoas insistem em procurar…até achar.
    Vi todos, e juro que não vi nada de racismo em nenhum, até ver esse blog.

    Espero não ficar com a mesma paranoia e procurar “defeitos sociais” nos filmes que deveriam me relaxar.
    Cinema é ENTRETENIMENTO. Os pseudos-intelectuais que cagaram tudo.

    Neto Sassim

    28 de maio de 2010

  • quatro evangelios

    hummm :S

    Anonymous

    28 de maio de 2010

  • Não assisti ao 1º colocado, mas me parece uma escolha pertinente. Imagine o grau do racismo nos EUA em 1916, se até os anos 50 os bebedouros para negros eram separados daqueles de uso dos brancos…
    Só deixo uma ressalva para Norbit: o humor baixo que ridiculariza formas e comportamentos fora dos padrões médios é característico de muitos outros filmes.

    Um filme que faltou: Infidelidade (Unfaithful)de 2001 com o Richard Gere e gostosa da Diane Lane. O Gere descobre que a mulher dele tem um amante, vai lá, mata o cara, some com o corpo e termina o filme impune. Pergunte se o Ricardão era americano. Claro que não! Era francês!

    Parabéns pelo blog.

    Camacho

    28 de maio de 2010

  • Caramba, tô chocado lendo esses comentários aqui…acabei de ler um cara falando sobre racismo contra brancos…no Brasil! Se fosse na África do Sul tudo bem, mas no BRASIL?
    O pior é que as críticas aqui parecem vindas de pessoas que não conseguem entender o que o blogueiro quis dizer, então deixa eu explicar:

    -O episódio de Falcão Negro REALMENTE é baseado em fatos reais, mas somente DEZENOVE soldados americanos morreram, em contrapartida MAIS DE MIL SOMALIS morreram…a questão que o blogueiro levanta é a seguinte: como o diretor do filme transforma um MASSACRE desses em uma historinha de herói e vilão?

    -Mel Gibson ESCANCARA que os judeus são culpados pela morte de Jesus e que os romanos (representados por Pilatos e os centuriões) mesmo julgando, torturando e CRUCIFICANDO o filho de Deus não tiveram culpa no episódio. Os culpados foram só os judeus, porque…ah, porque eles são judeus, uai. Ah, e Jesus e os apóstolos nem eram judeus, só estavam disfarçados de judeus.
    -Um dia de fúria bota a culpa dos problemas dos centros urbanos modernos nas minorias. Uma coisa bem Charlton Heston.
    Espero que tenha sido de ajuda e possa ter esclarecido para os imbecis de plantão o post acima. Vão aprender a ler e interpretar textos seus analfabetos funcionais e racistinhas de quarto.

    felipão

    28 de maio de 2010

  • Bah, Jesus era judeu, maria, os apóstolos, todas as pessoas que acreditavam em jesus naquela época eram judias. A Bíblia diz (e o filme mostra) que os califas mandaram matar Jesus, não os judeus.Dizer que o filme A paixão de Cristo, que retrata as últimas horas de jesus (com muuito sangue), é contra os judeus significa ignorar todos os judeus que acreditaram nele (e viraram crisãos!). Isso sim é racismo!

    Anonymous

    28 de maio de 2010

  • Mas Vinicius, me explica uma coisa, pois eu tbem não entendo do assunto religião: Como o Mel Gibson pode ser anti-semita se ele é católico, e bem, pelo que sei, o maior posto religioso dentro do catolicismo, é Cristo, e Cristo é judeu. Então isso não seria um paradoxo?

    eL bARTO

    29 de maio de 2010

  • pior que é um paradoxo, mas é pq Cristo nasceu de uma familia judia, mas para os cristãos ele veio pra lançar uma nova religião, no caso o cristianismo! então, principalmente Mel Gibson que é católico ortodoxo (os mais fervorosos) que inclusive negou varias das reformas implantadas pelos ultimos papas, como o segundo concilio do vaticano, Cristo ter sido Judeu, é um detalhe a ser ignorado.

    Vinicius Colares

    29 de maio de 2010

  • < <"O Evangelho segundo são Mateus" de Pier Paolo Pasoline (inclusive, o próprio Vaticano afirma que esse é o melhor filme sobre o tema)>> Cara, não acredite no que o Vaticano fala…

    Anonymous

    4 de junho de 2010

  • eu não acredito no que o Vaticano fala, estava apenas me reportando aos cristãos acima que astavam me retratando por falar que A Paixão de Cristo é preconceituoso, e como A Paixão de Cristo é um filme feito sobre a ótica católica e por um católico, achei pertinente citar que o vaticano prefere o filme de Pasolini (que ironicamente era declaradamente homossexual e comunista, duas coisas que a igreja “abomina”, mas divago)!

    Vinicius Colares

    8 de junho de 2010

  • Concordo com o “felipão”, e valeu pela Copa 2002!
    Me assustei tb com alguns comentários “polvorosos”.

    Rob Schineider: no filme “The Animal” chega a ser engraçado aquele negro que se acha “super favorecido”, e no final do filme ele é mesmo, isso pode ser visto até como uma crítica de que o anti-racismo pode chegar ao “favorecimento escancarado”. E por favor, não se aprofundem neste comentário :)

    PS: é foda, qdo falamos de racismo somos um pouco racista, mesmo que de forma mínima.

    vlab22

    20 de julho de 2010

  • concordo inteiramente!
    Vlab22

    depois de escrever o post, eu mesmo percebi um certo racismo de minha parte, mesmo assim, ainda acredito que estou correto quanto ao que eu escrevi e fiquei um pouco assustado com alguns comentários, que para mim, não fazem o menor sentido!

    Vinicius Colares

    20 de julho de 2010

  • Cara, desses filmes, o único realmente racista é o Nascimento de uma Nação, me surpreendi com a presença de Falling Down aí, não sei como vc não colocou Borat nessa lista, apontado como um filme que “diz que o povo estadunidense é superior aos outros” que na verdade é uma baita crítrica aos EUA.

    Anonymous

    1 de agosto de 2010

  • Eu não considero Borat um filme realmente racista, é um filme politicamente incorreto e brinca com o racismo de um personagem ingênuo, o mesmo eu não digo de Bruno, o outro filme do S. B. Cohen esse eu considero racista de verdade, seguindo o padrão de Racismo do filme Norbit!

    Vinicius Colares

    1 de agosto de 2010

  • vc escreve mal pra caralho, que porra.
    nao dá nem vontade de ler.
    coloca mais ponto nessa merda

    Anonymous

    19 de dezembro de 2010

  • as pessoas aqui destes comentarios colocam a palavra racismo de forma errada por exemplo no caso do norbit gordo é raça ? que tipo de racismo acontece ai?Fala sério tem gente que fala demais da vida dos outros e esquece de cuidar da sua !quando não é racismo é homofobismo ou qualquer outra violação de direitos de minorias , o negócio hoje em dia é só tentar achar alguma coisa que voce acredite que não é certo e sair anunciando aos qatro vento que isso é racismo ou bla .,bla., bla

    Anonymous

    3 de maio de 2011

  • Engraçado, em Dia de Fúria ele se revolta tbem contra ricos golfistas e contra um nazista, mas isso ninguem comenta, só falam o que ele critica latinos e coreanos (com razaõ tbem, igual ele critica os caras no golfe)…o filme é uma crítica geral e só essa onda babaca de politicamente correto para definir dia de Fúria como racista.

    Anonymous

    15 de janeiro de 2012

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