Hoje assisti a Ratatouille pela primeira vez desde que escrevi minha crítica, no ano passado. E mesmo tendo amado o longa desde aquela ocasião, fiquei surpreso com minha reação desta vez, já que, no momento exato em que Anton Ego prova o prato preparado por Remy e mergulhamos em sua experiência psicológica e emocional, perdi o fôlego.
Literalmente.
Foi como se toda a intensa reação provocada pela seqüência tivesse preenchido meu corpo completamente, expulsando até mesmo o ar para liberar mais espaço. E então meus olhos se encheram de água e assim ficaram até que a tabuleta do bistrô surgiu ao lado da torre Eiffel, encerrando o filme.
Como já disse, isto me surpreendeu. Principalmente porque nada me preparara para uma reação emocional; eu estava me divertindo, apreciando o virtuosismo técnico da Pixar, aplaudindo mentalmente a segurança narrativa de Brad Bird e de repente… bam! Eu estava chorando.
E é claro que ao observar Ego na cena final, enquanto este aprecia mais um prato de ratatouille (agora servido em seu próprio restaurante), não pude ignorar a ironia: eu estava fazendo a mesmíssima coisa.



Tudo bem que sou a maior chorona cinematográfica, mas ôh, não chorar em Ratatouille é quase impossível! Me acabei. =P
(e a "Le festin", ao final, ajuda no chororô)
haha Pablo, vc é mais chorão que eu "conheco", sério… Só perde para minha mulher que chora ate com propaganda!
Ultimo filme q chorei foi ET, isso pq era criança… ehhehe, Será q sou Rebelde?
Pablo, como você está com a série "A Sete Palmos"? Terminou? Abandonou? Essa sim eu queria ver um post seu sobre o final da série. Foi a coisa que mais me fez chorar na vida. xD
Os unicos filmes que eu chorei feito crianca foram Titanic, A Corrente do Bem (com Helen Hunt, Kevin Spacey e o menino do Sexto Sentido) e Wall-E.
Eu tb revi Pablo. E realmente me faz ficar emocionado toda vez no final. Não só pelo o monólogo do Ego.. mas também como é bonito ver o ratinho tendo seu trabalho reconhecido.
No final Ego se rende à produção daquilo que mais ama…
Alguém se identifica?
Eu particularmente não gostei desse filme. Reconheço que é extremamente bem produzido e a animação muitíssimo bem feita. Mas não me chamou a atenção…
Pra chorar então, passou longe, mas muito longe mesmo…Hehe
Realmente… eu pude rever-lo novamente semana passada e me emocionei ainda mais do que a primeira vez. Apesar de adorar as cenas de Ego (em especial o monólogo) eu me emociono mais com Remy, em especial quando recebe o apoio do pai e tem o reconhecimento como chef. O filme é belíssimo, e fico triste que ele ñ tenha sido tão absorvido pelo público como Nemo ou Wall-E (que tb são perfeitos, mas sou babão de Brad Bird) =~~~.
Er, "Foi como se toda a intensa reação provocada pela seqüência tivesse preenchido meu corpo completamente, expulsando até mesmo o ar para liberar mais espaço."
Não critica mais o Clint Eastwood não!
Ei, teria sido pior se eu tivesse CANTADO essa frase, não?
A parte desse filme que me deixa sempre com os olhos marejados é o discurso final do Anton Ego. Não sei dizer exatamente por que, mas o final desse filme sempre me deixa meio emotivo…
Eu choro nesse discurso também.
Também choro em Wall E..
Aliás…consigo chorar até em Armaggedon…mas aí é de raiva..tá tá tá.
kkkkkkkkkkkkkk
Coração Valente, Sexto Sentido, Titanic, Senhor dos Anéis e mais 17318273 filmes também fazem disso comigo. Sei não o porquê.
Adoro esse filme do rato da pixar.
é mesmo, Pablo! Depois dessa deixa o vovô Clint na dele!
hahaehaehea
Se continuarem a reclamar, eu publico um MP3 comigo cantando essa frase com a voz do Clint!!!
eeee, chorar é coisa de mulherzinha hein! ehehe. Agora, um filme que não tem como não chorar é Laços de Ternura.
sinf… snif…
Le festin é demais!
E revi o filme há dois meses atrás junto com Wall.e, e uou, que obra! Que obraS! Merece todo carinho e apreciação.
Só chorei com Titanic… E no extermínio dos Jedis, quando vi pela primeira vez, fiquei com os olhos lacrimejantes.
E nossa, como vc chora, Pablo =P
Somando isso ao fato de vc ter dito que prefere um animal se machucando a um homem, eu fiquei realmente surpreso. Por que a maioria das pessoas sensíveis que eu conheço dizem justamente o contrário. Sempre interessante saber um pouco mais sobre o seu Villaça… =)
Já chorei em muitos filmes, mas o engraçado é que não me lembro deles… O único que eu chorei e lembro imediatamente doi "BABE", na última cena, quando o velho está em pé ao lado do porco, iluminado pela luz do sol. Então, o velho se vira para o porco e solta a clássica: "Arrasou porco. Arrasou."
Chooorei Largado.
Pablo cantando com voz de Clint?!! Isso é trabalho pro Marceloooooo…. Adnet!
"Pablo, como você está com a série "A Sete Palmos"? Terminou? Abandonou? Essa sim eu queria ver um post seu sobre o final da série. Foi a coisa que mais me fez chorar na vida. xD"
Li esse comentário e não pude deixar de falar: Em "A Sete Palmos", eu não chorei. Eu me descabelei de tal maneira que mamãe acordou no meio da noite e perguntou: "quem morreu?". No mínimo irônico.
A melhor série de todos os tempos. Saudade da família Fisher…
Sobre a crítica de "Rede de Mentiras"
Pablo, você afirma que Golshifteh Farahani é "a primeira atriz iraniana a participar de uma produção hollywoodiana em quase 30 anos". Não é por nada não, mas a Shohreh Aghdashloo não conta?
É muito bom saber que há filmes que mesmo vistos várias vezes, ainda podem provocar grandes reações em nós.
Thiago,
ela abandonou o Irã em 1978, durante a revolução islâmica, e desde então mora na Inglaterra e nos EUA. A do "Rede de Mentiras", por outro lado, é extremamente popular no Irã e, diga-se de passagem, atuou no filme selecionado pelo país para concorrer ao Oscar de Filme Estrangeiro há coisa de dois anos.
OS ESTRANHOS, QUEIME DEPOIS DE LER e EU, MEU IRMÃO E NOSSA NAMORADA não terão críticas?
:/
Pablo,
obrigado pela resposta. Contudo acho que isso não faz com que a Shohreh Aghdashloo deixe de ser iraniana (ainda que ela tenha se naturalizado, o que não sei se ocorreu, teria que pesquisar). Para Hollywood e para o público, não só americano, ela é uma atriz iraniana que faz papel de personagens iranianos. Entendo sua posição, mas acredito que há um problema de informação, causado, ao que parece, apenas pela linguagem. No mais continue com o bom trabalho.
A crítica é boa, mas sei lá… Não vou ler novamente (e eu leio elas por várias vezes – Você disse que a Lucy tava boa em Xeque-Mate, genial!), parece que o filme é tão xoxo que a crítica conseguiu mostrar bem como ele é. Eu vi "chuva negra" do mesmo scott (eu acho) e é um filme horrível também. Daqueles com gosto de fumaça de cigarro.
Mas dá para pegar umas coisas legais como a parte do cara lá com o filho no tel e que o pessoal repete estas situações muitas vezes (caramba, eu também pensei que isto da repetição seria óbvio!). Engraçado como as pessoas acham que para fazer filmes, trabalhar em cinema ou tv, você precisa ser bem estudado, quando na verdade, cometem erros tão bobos.
Com o REI LEAO soh a musica ja faz chorar
Ahh, cantando essa música eu quero ver!
Agora eu também vou reclamar!
Pablo, você não pode falar mais nada do Clint… não pode, não pode!
Pablo, revi Ratatouille por esses dias na HBO e…Porra, você começa a chorar no mesmo momento que eu??? Assim não vale! Obra-prima é obra-prima, cara! E homem chorão é homem chorão, não adianta.
Um abraço.
p.s.: que será que devemos esperar de "Bolt"? Afinal, o Lasseter é o Lasseter…
oooooooooooooooh… rsrs.
preciso ver de novo este filme, tambem.
po pablo, o cara é o seu avatar aí e vc só tinha visto o filme uma vez?
;p
Essa cena sempre me emociona, mas tem um outro filme, que SEMPRE me faz chorar, não importa quantas vezes eu olhe: É num "dos finais" de o retorno do rei, quando os hobbits vão se curvar ao rei Aragorn e ele diz, "vocês não devem se curvar a ninguém, nós nos curvamos a vocês" e todos se curvam a eles com a camera se afastando. Acho que talvez, a minha prórpia experiência, por três anos, de ressaca no dia primeiro do ano, na fila do cinema, ansioso por entrar naquele mundo, e a importancia que aqueles personagens ganharam pra mim, ver aquele momento sempre me emociona demais.. o que você acha?
Xi, qdo todos começam a chorar no mesmo ponto, é sinal de que o clichê funcionou direitinho.
Pablo,
Não sei se eu estou com algum problema, mas o fato é que, ao contrário de vários anos atrás, quando eu conseguia ser bem insensível, atualmente choro em qualquer cena mais emotiva, choro até mesmo ao ver programas bobocas como o Caldeirão do Huck (quando ele ajuda alguém).
E o pior é que detesto demonstrar minha sensibilidade na frente de meus familiares. Gostaria de voltar a ser durão como antigamente.
Será que com o passar dos anos nós vamos ficando cada vez mais hipersensível?
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